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Relato Consciente - Rap com cara de Nordeste

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

COMO FOI? AC/DC EM SÃO PAULO

acdc

Por Foca

O que dizer de uma banda que coloca sem esforço 70.000 mil fãs num estádio de futebol como o Morumbi? E se eu constatar que 90% desses fãs estavam com camisetas da banda, invadiram o merchadising do grupo e já lotavam as imediações do estádio praticamente cinco horas antes das primeiros acordes soarem. Hoje no rock, poucos são capazes dessa comoção como o AC/DC, a maior banda de hard rock de todos os tempos!

Cheguei no estádio por volta de 5h da tarde depois de quase uma hora dentro do taxi num cogestionamento gigante nos arredores do Morumbi. A fila estava enorme mas fluida para entrar e a estrutura bacana de policiamento e organização fizeram com que a parte de fora se transformasse numa tremenda festa rock. Umas três cervejas na fila, fotos e entramos sem empurrões no Morumbi que já recebia cerca de 20.000 pessoas. Impressionante notar como o estádio do São Paulo é bonito e tem excelente estrutura e banheiros, cadeiras, espaços limpos. Excelente mesmo. A produção do show também não vacilou e armou vários bares e sanduíches andando no meio da platéia, deixando o aquecimento pro show tranquilo e prazeroso. O clima estava chuvoso culminando com uma mega chuva por volta das 19h.

Às 20h30 entrou o desnecessário Nasi pagando um mico gigante. O ex-vocalista do Ira! começou a mini-apresentação com o som baixíssimo tocando uma música do seu repertório autoral. Em seguida mandou covers do Clash, Stooges, Plebe Rude e Raul. Triste…

21h30 no relógio e o gigantesco palco armado no estádio começa a pulsar em cinco telões frenéticos e começa um ataque inesquecível de riffs, músicas rocks que só o AC/DC sabe fazer. A platéia cantava tão alto as vozes e os riffs de Angus Young que era praticamente impossível ouvir o P.A. Corremos mais a frente com uns amigos Chilenos há tempo de receber perto do palco e no meio da multidão os rifs de Back in Black. Não deu para conter o choro e a euforia. Mais duas músicas mais a frente e fomos assistir e ouvir o show do P.A delay mais atrás para melhor saborear o espetáculo. Foi a melhor gig de rock que assisti e juro que vai ser difícil encontrar algo parecido. Em The Jack, Angus fez a tradicional dancinha stripper e antes do bis foram quase dez minutos de solo em Let There Be Rock.

Fim do show e a banda volta pro melhor bis que uma banda pode ter no mundo. Highway To Hell e For Those About Rock na sequência para fechar o mais incrível espetáculo de rock que existe hoje! Na saída a alegria estampada nas pessoas era contagiante e precisamos andar mais de uma hora para tentar pegar algum tipo de locomoção pra fora das intermediações do Morumbi. Por sorte entramos num ônibus que nos deixou há cinco quadras de casa. Quem sabe como as coisas são em São Paulo sabe do tamanho da nossa sorte nessa volta!

Resumo da ópera. Um dos maiores espetáculos de música da terra, banda clássica, lugar excelente e rock alto. Há coisa mais perfeita de se assistir no mundo? Duvido!

escrito por Foca
 

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

GOG Ao vivo em Olinda

    Noite CubanaUm dos grandes nomes do rap nacional se apresenta dia 13 de novembro na cidade de Olinda!Em tournê nacional, o rapper GOG divulga o lançamento do seu DVD "Cartão Postal Bomba!". O evento ainda contará com a participação especial de Paulo Diniz e diversos grupos locais do movimento, como Relato Consciente, Mira Negra e Zé Brown.




LOCAL

Sacode Olinda (Antigo Luar de Prata) - Av. Beira Mar, 246, Carmo


DATA E HORÁRIO
13 de novembro - a partir das 22h


PREÇO
A entrada custa R$ 10,00 para homem / mulher não paga até a meia-noite, após paga R$ 5,00
Vendas no local e Lojas Myllys (Recife)

INFORMAÇÕES
(81) 3222.6233 / 9962.6352

 
Clique e confira o cartaz de divulgação do evento

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

BRUNO NOGUEIRA (PE): PERIFERIA CONECTADA


LANBAHIA
A palavra “sucesso” se tornou um dos verbetes mais complexos do vocabulário da indústria do entretenimento nos últimos 20 anos. Sem os parâmetros tradicionais que antes elencavam um artista, cada um encontrou maneiras diferentes de eleger – além da estética da própria música, claro – quem está ou não em destaque. Uma das saídas mais honestas parece ter sido a da mídia tradicional de dar mais atenção ao próprio público e onde eles estão clicando na internet em buscas de novidades. “Parece”, porque em termos concretos, a mídia parece estar sempre atenta ao público errado.


Um dos melhores exemplos é o da cantora paulista Mallu Magalhães, que sempre aparece nas matérias de revistas precedida de “fenômeno da internet” por ter conseguido somar 1 milhão de visitas em sua página no MySpace em nove meses. Nada mal, de fato, mas pouco se considerado que bandas como a baiana Parangolé ou a dupla MC Bill e Bolinho conseguem duas vezes mais acessos em menos da metade desse tempo. Ao contrário do retrato feito em matérias, a periferia é muito mais conectada que o centro.
Diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas, o professor Ronaldo Lemos sempre pontua suas idéias sobre o assunto com o dado de que “as classes A, B e C são apenas 15% da população no Brasil”. Segundo ele, que é co-autor do livro Tecnobrega – O Pará Reinventando o Negócio da Música. “Quando vemos um YouTube e Redes P2P sendo usadas por artistas da classe A e B, vemos inovação; mas quando a gente vê a periferia usando essas ferramentas, pensamos pirataria, mal gosto e uma série de defeitos”, diz.

Ronaldo Lemos é um dos responsáveis pelo “Projeto Lan-House”, que a FGV está desenvolvendo em Salvador e outras capitais do país. ”Nosso projeto é ajudar os donos desses espaços a dialogar com um mercado formal, para evitar pressões de grupos como polícia, bombeiros, etc”, explica o professor. Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil, cerca de 68% dos acessos a internet no Norte e Nordeste do país em 2008 partiram de lan-houses. É lá que artistas como o Parangolé, Pagodart e Desejo de Menina são acessados diariamente por pessoas que nem necessariamente usam computador.

É o caso da empregada doméstica Maria das Graças Galvão, de 41 anos de idade. Ela não tem, nem nunca usou um computador, nem sabe como as coisas funcionam na internet. Mas ela, que mora na Boa Vista do Lobato, comprou um player MP3 simples por R$ 120. “Parcelei em 12 vezes”, conta, sem esconder o riso de quem acha a situação engraçada. Graça, como é chamada pelas amigas, visita uma lan-house pelo menos duas vezes por mês para recarregar o aparelho com músicas. “Eu só digo a eles que quero mais românticas ou então dançante, não escolho as bandas”, conta. No entanto, ela não se faz de vítima “eu escuto antes de pagar, se não gostar, falo para trocar tudo”.

O dono da lan-house onde Graça recarregava as músicas cobra R$ 20 pelo serviço e tem medo que, se identificar seu negócio em um jornal, possa ter que fechar o lugar. “Eu gravo música até para amigos que são policiais, eu sei que não são eles que vão fazer isso, mas se sair em um jornal assim, o pessoal vai querer arranjar problema”, se defende. Quando perguntado quem seriam as pessoas, ele não responde as gravadoras, mas “os artistas, né?”. Segundo ele, a principal fonte para o download de música está no orkut.

Mas, ao contrário do que pensa, os artistas não se incomodam com a divulgação espontânea. Diferente de artistas de gravadoras, que tem um departamento inteiro para pensar em ações na internet, a divulgação de bandas como Calypso e Parangolé partem quase que totalmente dos fãs. “Se eu faço um show de tarde, chego em casa de noite e já tem tudo no YouTube”, diz Léo Santanna, vocalista do Parangolé. “A gente não pede, nem fala nada em relação a isso, é uma coisa dos fãs mesmo”, conta ele que é fanático confesso em ficar conectado na rede.

Os números do Parangolé são bem impressionantes. Eles tem cerca de 750 comunidades, algumas com mais de 60 mil usuários. Todas criadas, mantidas e movimentadas pelos fãs. “Tem até perfil falso meu, que as pessoas criam tentando enganar os outros”, conta o músico que assinou contrato com a gravadora Universal em julho, graças a essa movimentação toda. Segundo Ronaldo Lemos, “os artistas mais populares do Brasil hoje são lançados nessas redes que não dependem mais da mídia tradicional”.

A periferia conectada não está nas redes sociais da moda, como o MySpace ou Facebook. Uma pesquisa
que a Fundação Getúlio Vargas nas lan-houses mostrou que o público usa mais o Orkut e o site Flogão. “Essa diferença no uso dos espaços não vem nem da internet, mas de um sentimento de pertencimento, de querer agregar a pessoas que são parecidas com você. Além do fato dos sites serem em inglês contribuírem para isso. Parece que não faz diferença nas classes A e B, mas na prática faz muita diferença sim”, explica Ronaldo Lemos.

A comunicação multilateral das redes sociais não é o único espaço onde estão essas músicas. No caso do pagode baiano, por exemplo, existem sites como o “Júnnior do Cavaco”. Foi criado a cinco anos, quando seu fundador que dá nome ao espaço se mudou para São Paulo e não queria ficar distante da música que gosta na Bahia. Hoje, tem uma equipe de quatro pessoas e lá está o acervo disponível para download de praticamente todo o novo pagode baiano. “A internet está ai para todos”, comenta Edy Bateya, diretor de mídia do site, “somos acessados em lan-houses, no trabalho, isso facilitou demais o trabalho”.

Questão de gosto | Um dos maiores alarmistas da nova sociedade em rede, o autor londrino Andrew Keen, não vê essas transformações com otimismo. Em seu livro “O Culto do Amador”, ele afirma que sites como o Orkut e YouTube nivelam a produção cultural por baixo, criticando que a música apresentada lá em nada se assemelha com uma suposta qualidade que seria garantida pelas gravadoras. Ele defende a posição dos editores, que fazem a triagem e modelam o que deve ou não ser apresentado ao público, em favor das pessoas publicarem livremente qualquer música na internet.

“A visão dele é bastante simplista”, comenta Ronaldo Lemos, que também representa no Brasil a organização não-governamental Creative Commons, que procura criar maneiras para artistas licenciarem suas obras sem precisar passar pelas gravadoras. “A questão da qualidade, antes, com a mídia tradicional, fazia algum sentido. A mídia fazia o papel de árbitro do gosto, mas isso não existe mais hoje”, defende. Segundo o professor, que também era curador do Tim Festival, a qualidade hoje é reflexiva e precisa ser analisada a partir do contexto social em que se pertence.

escrito por Foca
 



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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Anote!!!

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

KISS (Destroyer SP) e AC/DC (Dirty Deeds SP) - 24 Out Sáb - ILHA SÃO JOSÉ SC

KISS (Destroyer Kiss Cover SP) e AC/DC (Dirty Deeds SP)
 
     Pela primeira vez em SC sobem ao palco para uma noite memorável de Rock and Roll as bandas de São Paulo Destroyer Kiss Cover, vencedora do programa Imitadores no Domingão do Faustão como o melhor cover do Brasil e a banda Dirty Deeds AC/DC Cover, reconhecida pela Sony Music como o cover oficial do AC/DC no Brasil. A Destroyer trará o show completo com efeitos pirotécnicos, figurinos idênticos, máquina de confete, letreiro luminoso e outras surpresas. Já a Dirty Deeds trará um show energizante com a performance de palco, os figurinos e fidelidade sonora que faz do AC/DC uma banda marcante do Rock and Roll. Além disso o público presente estará concorrendo a um passaporte completo (ingresso mais passagem) que será sorteado pela Bus Session para ver o show do AC/DC no Brasil.
 


Dia: 24 de OUTUBRO, sábado 23h (ABERTURA DA CASA ÀS 22h)
Local: ILHA SÃO JOSÉ - Ao lado do MUNDO CAR SHOPPING. Rua: Maria Manchein de Souza 454 Kobrasol/São José/SC
 
Ingressos: 1º lote: 20,00 - 2º lote: 25,00 e 3º lote: 30,00
 
Sócios Clube DC: 20% desconto somente na Roots Records
Pontos de venda:
Roots Records (3222-1134), Mensageiro Musical (3222-4418), Nelson Musical Center (3348-1590) e no local

Excursões:
 
MAKILACROWLEY - Saindo Blumenau/Gaspar/rusque/Itajaí e Balneário Caboriú - Resevas: 047 99162002 makilacrowley@pop.com.br  SITE: www.makilacrowley.com.br
MOINHO DE EVENTOS - Saindo de Joinville - Reservas: 047 91146690 info.shows@terra.com.br SITE: www.agendadeshows.com

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

CONEXÃO XV IMMIGRANT - 30 Set QUARTA 21h - Centro de Eventos UFSC - Fpolis SC


CONEXÃO XV IMMIGRANT
Um dos projetos mais reconhecidos da Immigrant chega a sua 15ª edição: O Conexão. Considerado o show de Rock em teatro de maior longevidade, o Conexão já repassou para várias gerações a magia e criatividade de bandas que atingiram o auge na década de 70 como Pink Floyd, Led Zeppelin e Deep Purple. Todos os anos o projeto lança novidades no repertório contando com importantes participações especiais como Irê (gaita), André (sax, flauta e gaita) e Patrícia, Jéssica e Thais (backing vocals). Esse ano a Immigrant já foi presenteada abrindo o show do Deep Purple em Fpolis e agora presenteia o seu público fiel com o show Conexão que iniciou toda a trajetória da banda.
Dia: 30 de Setembro, quarta as 21h
Local: Centro de Eventos UFSC – Fpolis/SC
Ingressos até o dia 29: 30,00
Ingressos no dia: 40,00
Estudantes com comprovante e idosos acima de 60 anos 50% de descontoParte da renda será destinada a Associação Amigos do Hospital Universitário
Sócios Clube DC: 20% desconto somente na Roots Records
Pontos de Venda: Roots Records (3222-1134), Mensageiro Musical (3222-4418), Nelson Musical Center (3348-1590) e Miniklazone somente da UFSC (3233-2079)
Vendas Online: www.nosvamos.com.br
Informações: www.immigrant.com.br

Haverá sorteio de 01 passaporte completo pela Bus Session

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO PORÃO DO ROCK 2009

eagles_of_death_metal_1_500

SÁBADO (19/9)

Palco Principal (a partir das 16h)

Super Stereo Surf (DF)
El Mato a un Policia Motorizado (Argentina)
Orgânica (SP)
Cachorro Grande (RS)
Ludov (SP)
Elffus (DF)
Black Drawing Chalks (GO)
Eagles of Death Metal (EUA)
Mugo (GO)
Mindflow (SP)
Angra (SP)
Dynahead (DF)
Sepultura (MG)

Palco Pílulas (a partir das 18h30)
Scania (DF)
Di Boresti (DF)
Rocan (DF)
Melda (MG)
Belle (RS)
Superquadra (DF)
Watson (DF)
The Pro (DF)

DOMINGO (20/9)
Palco Principal (a partir das 16h)
Rafael Cury & the Booze Bros.
Fallen Angel / Dungeon
Cabeloduro
Detrito Federal
Paralamas do Sucesso
Plebe Rude
Escola de Escândalo
Atração a definir
M. Roots
Little Quail & the Mad Birds
Raimundos
Móveis Coloniais de Acaju

Palco Pílulas
(a partir das 18h30)

Cassino Supernova
Na Lata
Soatá
Trampa
Kanela Seka
Bootlegs
Blazing Dog

escrito por Foca

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

BAIXISTA DO GIRLSCHOOL FAZ PLAY LIST PRO MUNDO ROCK DE CALCINHA

A nova edição do programa Mundo Rock de Calcinha (MRC) - triplamente premiado como melhor programa de rádio totalmente dedicado ao rock feminino - apresenta a play list feita por Enid Williams (baixista fundadora da banda setentista Girlschool) especialmente pro MRC, além das novas músicas da banda Killi, Paramore e Otep. Você ouve também HyFy, Fire Flight e The Bangles. O MRC pode ser ouvido no site e também está disponível pra download, assim facilita para audições em mp4 ou derivados. Apresentação e produção: Gisele Santos.

ACESSE

www.mundorockdecalcinha.com


Twitter www.twitter.com/mrcalcinha

Orkut www.orkut.com/Community.aspx?cmm=18397943

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Consciência Ambiental - Está em seu Currículo?

Cursos Online com certificados a partir de R$ 20

Cursos 24 Horas - Cursos Online a partir de R$ 20


Um artigo publicado na ONG WWF Brasil mostra que os brasileiros estão cada vez mais preocupados com a questão ambiental. Assim, colaboram e dão preferência aos produtos das empresas que também valorizam esta causa.

Sabendo desta preferência, as empresas estão buscando profissionais alinhados aos seus objetivos.

Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Head & Info, profissionais que tenham em seu currículo trabalho voluntário ou cursos na área ambiental possuem uma chance de contratação de cerca de 27% maior do que outros sem essas características.

"(...) pessoas que realizaram trabalhos voluntários ou cursos na área ambiental demonstram preocupação com o próximo e com o futuro da Terra, desta forma são valorizadas pelas empresas que também possuem esses ideais", informa Clara Nunes, consultora da Head & Info. "(...) e não basta dizer que está comprometido com esses ideais, é necessário demonstrar por meio de ações, como o trabalho voluntário e/ou a participação em cursos ou palestras da área ambiental", completa Clara.

O Cursos 24 Horas oferece dois cursos nesta área: Educação Ambiental e Reciclagem & Energias Renováveis.

No Curso de Educação Ambiental os alunos aprendem sobre Desmatamento, Poluição, Transgênicos, Agrotóxicos, Contrabando de Animais, entre outros. Este curso completo, com Apostilas, Apoio de Professor e Certificado válido em todo o Brasil custa apenas R$ 30,00, sem mensalidades.
Veja mais detalhes sobre o curso.
Veja depoimentos de quem já participou dos cursos.

Já no Curso de Reciclagem & Energias Renováveis os alunos aprendem como funcionam os processos de Reciclagem de Papel, Vidro, Alumínio, Plástico, entre outros, além de conhecer a fundo as Fontes de Energias Renováveis. Tudo isso por apenas R$ 35,00, sem mensalidades.

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Aproveite esta chance de participar de Cursos com Qualidade e melhorar seu currículo. Os cursos estão com preços promocionais, por tempo limitado.

Todos os nossos Cursos são 100% Online e contam com apostilas, apoio de professor e certificado de conclusão enviado pelos correios. São cursos completos a partir de apenas R$ 20,00, sem mensalidades. Veja a lista de cursos >>

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Moribundos

Sempre fico feliz quando tenho a oportunidade de escutar um som novo. Ontem (domingo), durante o programa Sopa de Auditório, de Roger de Renoir, apresentado ao vivo na Torre Malakof, sempre às 16h, e transmitida pela TV Universitária, tive contato com uma pérola do rock local, coisa que há muito tempo não tenho escutado. Estou me referindo de cinco caras que se juntaram e formaram a banda mais underground que se possa imaginar, os Moribundos. Fundada em 2003 a banda nasceu com a intenção de fazer o puro rock'n roll. Influenciado por bandas como: Mutantes, Ave Sangria, Rolling Stones, Ten year after e muito blues, retratam em suas letras a sua vertente punk, seu modo de enxergar a realidade do dia-a-dia.

Oriunda de uma cidade que também inspira rock'n roll, os MORIBUNDOS fazem parte de uma nova safra de bandas de rock. Formada por Gilson Gerrard (guitarrista), João Paulo (baterista), Marcelo Gomes (vocalista), Demétrio Ferreira (baixista) e Luciano Gomes (guitarrista), amigos que têm em comum a música, a força e a coragem de fazer um som cru e direto. Fazendo um circuito de bares e eventos alternativos, começam a criar um público fiel que já acompanha a banda onde ela se apresenta (eu sou um deles).

Com a gravação do seu primeira demo, em abril de 2009, os MORIBUNDOS esperam mostrar seu trabalho e conquistar novos adeptos ultrapassando fronteiras.

Para escutar o som dos meninos e provar o que estou falando, acessa: http://www.myspace.com/moribundos

Dá uma olhada na performance da garotada que se apresentou no Palco Pop, na décima nona edição do Festival de Inverno de Garanhuns